domingo, 24 de agosto de 2014

“Pelo que deixou de fazer, Ricardo não merece mais quatro anos”, diz dirigente do PSOL



O presidente do PSOL na Paraíba, Fabiano Galdino, usou hoje seus perfis nas redes sociais para se referir a temas como Governo Ricardo Coutinho, eleitores, eleições e democratização das comunicações.Numa série de quatro postagens no Facebook com vinculação ao Twitter, Galdino fez críticas aos interesses de reeleição de Ricardo Coutinho, reconheceu limitações do PSOL nas relações com eleitores e comentou sobre a importância das redes sociais para a democratização das comunicações entre as pessoas.
 “O Governo atual não resolveu a situação da saúde, mas quer mais quatro anos. O Governo atual não resolveu a situação da educação, apesar de dizer que premia professores com bolsa disso, salário daquilo, mas quer mais quatro anos. O Governo atual não melhorou a situação do emprego e renda no Estado, mas quer mais quatro anos. Se o Governo serve para resolver as situações da saúde, da educação e da geração de emprego e renda, então esse governo não merece mais quatro anos”, postou.
“Em tempos de crise democrática e de indiferença popular com a classe política, alguém sair dizendo por aí que o candidato-governador reuniu mais de 25 mil pessoas em comício em Cajazeiras é coisa surreal mesmo”, ironizou Galdino, em outra postagem, com propaganda de Ricardo Coutinho quanto a adesões populares durante comício do candidato a reeleição em Cajazeiras.
Racional e objetivo, Galdino, que é o primeiro suplente do candidato ao senado, Nelson Junior, reflete sobre o papel limitado do PSOL na atual conjuntura. “As motivações dos eleitores às urnas podem variar. Mas há aqueles eleitores que votarão no 50. Isso é o que importa: temos uma mensagem que cresce em aceitação popular, mesmo que esse crescimento não seja tão extraordinário”, afirmou.
Quanto à democratização dos meios de comunicação, Galdino parece considerar que ainda é algo a ser aprimorado, mas vê avanço por meio das redes sociais, blogs e portais. “Com o surgimento das redes sociais, as pessoas têm maiores condições e liberdades para se expressarem e interagirem umas com as outras. Os blogs de notícias e portais surgem com aparências mais democráticas. Apesar disso, há alguns meios de notícias ainda vinculados às formas tradicionais de transmitir a informação. A cobertura política, às vezes, é tão parcial e incompleta que nos faz pensar se tratar de anexos do velho jornalismo, incompatível com os tempos de necessária democratização da comunicação”, concluiu.


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