sábado, 7 de fevereiro de 2015

PSOL critica prefeito Luciano Cartaxo e diz que VLT é insuficiente para atender demanda da população

PSOL diz que está de olho da gestão do PT e vê insuficiência no VLT em João Pessoa

O ex-candidato do PSOL ao senado, prof. Nelson Júnior fez críticas à gestão do prefeito Luciano Cartaxo (PT) e destacou que há três anos no Governo de João Pessoa, o PT ainda não realizou as promessas de campanha.  Ao criticar o que denomina de “A insuficiência do VLT como peça de propaganda de Luciano Cartaxo”, Nelson Júnior disse que o prefeito Cartaxo faz muito barulho por quase nada. “Já estamos no terceiro ano da gestão do PT e nada de resultados, se observarmos as promessas de campanha. Infelizmente, a prefeitura petista se rendeu aos interesses dos empresários, mantendo a reserva de mercado dos transportes públicos coletivos da capital para as empresas de ônibus e, com isso, perde a oportunidade de introduzir o VLT no sistema de transporte público e promover uma mudança de paradigma”, enfatizou.
Segundo o professor Nelson Júnior, as medidas da gestão petista com relação ao transporte público são insuficientes, porque não atendem a crescente demanda da população. “Nos últimos dias, a prefeitura de João Pessoa tem divulgado aos quatros cantos aquilo que o prefeito e os petistas avaliam como um grande feito da gestão Cartaxo: o VLT para substituir os antigos vagões de trens da CBTU. Certamente, esta é uma boa iniciativa, mas nem de longe tem a envergadura que o governo do PT tenta nos convencer”, disse.
Na visão do ex-candidato ao senado, a experiência do VLT na Capital já chega com atraso e sem inovação. “Ora, quantos quilômetros a prefeitura de João Pessoa acrescentou ao transporte férreo da capital? O trem vai passar em Mangabeira? Cruz das Armas? Valentina? Não, nada disso. É simplesmente a troca de um trem velho por um novo, algo que já deveria ter sido feito há muito mais tempo”, comentou.
Reafirmando que o PSOL está de olho na gestão da propaganda petista em João Pessoa, Nelson Junior conclui que “Assim como no resto do Brasil, o PT não é mais o partido que se propõe a enfrentar os reais problemas da população, mas sim promover pequenas melhorias e tentar vender como se fossem revoluções”.


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