quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

PSOL quer mobilização popular para enfrentar agenda neoliberal


Ao comentar a respeito dos últimos acontecimentos da atual conjuntura política no país, marcada pela chamada crise econômica e pela pauta do impeachment no Congresso Nacional, o ex-presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, destacou posição contrária do partido com relação ao impeachment da presidente da República. “O mérito da denúncia que embasaria o afastamento da presidente da República – as chamadas ‘pedaladas fiscais’ – não tem, a nosso juízo, substância para promover destituição de quem detém mandato eletivo”, declarou, citando ponto da deliberação do PSOL durante reunião do Diretório Nacional e confirmada pela maioria dos delegados reunidos no Congresso Nacional da sigla, no último dia 5.
Neste contexto inquietante da politica, o desafio do PSOL diante do atual quadro político no país, com uma classe política conservadora trazendo para ordem do dia uma agenda para trazer ainda prejuízos ao povo brasileiro, é estimular mobilização popular em torno da saída para a crise. “As saídas da crise só virão com ampla mobilização popular em torno de reformas profundas, que instituam um novo modelo econômico, soberano, igualitário e ambientalmente sustentável. Além de um modelo político, livre do financiamento empresarial, que aprofunde a democratização do país”, enfatizou, citando passagem da resolução partidária já referida.
O dirigente do PSOL aproveitou a oportunidade para reafirmar sua pré-candidatura à prefeitura de João Pessoa. “No PSOL, a escolha do nome deverá ocorrer de forma democrática, respeitando-se as estratégias e objetivos do partido. Espero que meu nome seja entendido como à disposição pelas contribuições que já fiz ao partido”, disse.


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