terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Governo de Ricardo repete ‘ democracia de elite’, diz dirigente do PSOL


O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, comentou hoje a respeito da definição da chapa majoritária do PSOL para as eleições 2014 e destacou o amadurecimento do partido no atual período. “A chapa majoritária do PSOL para as eleições 2014, com a indicação dos nomes de Nelson Junior e Tarcio Teixeira é resultado de um amadurecimento do partido, que aposta na consolidação de novas lideranças políticas no Estado”, disse.
No último dia 14, uma reunião do novo Diretório Estadual do PSOL deliberou pela indicação da pré-candidatura do assistente social, Tarcio Teixeira, para concorrer ao Governo do Estado e pela escolha do professor da UEPB, Nelson Junior, para concorrer ao senado, também pelo PSOL.
Satisfeito por ter sido reconduzido à presidência estadual de seu partido, Galdino revelou que, entre outras, a direção tem a tarefa de construir o programa de esquerda para o processo político e eleitoral.
O presidente do PSOL ainda ressaltou o papel questionador e propositivo do PSOL durante as eleições de que tem participado. ”No plano estadual, em 2006, com Davi Lobão e em 2010, com Nelson Junior, apresentamos projetos para áreas como Educação e Saúde, que poderiam mudar os rumos do Governo, se fossem adotadas”, afirmou.

Galdino voltou a criticar o Governador Ricardo Coutinho quanto ao caráter administrativo e social do governo. “Esse governo repete outros, com a mesma forma de se apropriar do poder, numa lógica de atender a interesses particulares em vez de coletivos e sociais. Trata-se de governos que deixam o povo ver passar ‘a democracia de elite’ deles”, alfinetou.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Por acordo, PSOL decide reconduzir Fabiano Galdino para a presidência estadual


Em reunião realizada no auditório do Sintec-PB, o PSOL da Paraíba  constituiu o novo diretório  estadual e decidiu o problema da  indefinição do presidente  da sigla decorrente de empate  entre as chapas encabeçadas por Fabiano Galdino e Tarcío Teixeira, durante o IV Congresso Estadual do partido, ocorrido no último dia 3 de novembro.

Um acordo entre as lideranças do PSOL paraibano foi responsável pela constituição do novo diretório( que passou a ser de 18 membros, um a mais em relação ao formato anterior) e pela recondução de Fabiano Galdino à presidência estadual, por um mandato integral de dois anos.
Por acordo e em busca de unidade partidáira, os diretorianos aprovaram a recondução de Fabiano Galdino à presidência estadual, ao mesmo tempo que indicaram o nome de Tarcio Teixeira para ser o pré-candidato do PSOL ao Governo do Estado e o ex-candidato ao governo em 2010, professor Nelson Junior, foi indicado para a disputa ao senado.

“Com essa direção estadual em posse e a disposição de unidade partidária para a composição da chapa majoritária do PSOL para o próximo período. Somado ao programa de esquerda e papel questionador e propositivo de nosso partido, marchamos para enfrentar ‘os de cima’, que se apropriaram do poder e o fizeram em causas próprias, deixando o povo a ver ‘a democracia deles passar’, declarou o presidente estadual reconduzido Fabiano Galdino.

Galdino ainda afirmou que há disposição do PSOL de dialogar com outros partidos como o PSTU e o PCB. “Essa decisão do PSOL não afasta diálogo com esses partidos de esquerda, entendendo as possibilidades programáticas e para a indicação do vice em nossa chapa”, finalizou.



quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Dirigente do PSOL vê excesso de confiança na reeleição de Ricardo



Ao analisar o atual quadro político no Estado, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, reprovou o otimismo do Governo do PSB no que concerne à reeleição do governador Ricardo Coutinho e criticou o clima de já ganhou entre os adesistas do governo. “A história das reeleições no Brasil pede cautela. A arrogância de que já ganhou uma eleição que ainda não teve a confiança dos paraibanos depositada nas urnas é perigosa. E um dos motivos é que o poder das obras e da máquina tem seus limites e contradições”, comentou.

Segundo Galdino, o discurso otimista de Ricardo Coutinho não é novidade entre mandatários no poder e se baseia em elementos objetivos como a força da máquina do Estado. “O governo do PSB na Paraíba volta a expor muita arrogância. Considerando que tem o controle da máquina, capaz de ‘convencer ‘ prefeitos eleitos em partidos adversários a anunciar antecipados apoios eleitorais, o governador Ricardo Coutinho volta a praticar arrogância”, disse.

De acordo com Galdino, o governo tenta criar um ambiente favorável a sua reeleição porque sabe que carrega com a força da máquina uma considerável vantagem, mas contar com a decisão soberana do povo com muita antecedência pode ser muito perigoso e demonstração de imprudência. “É evidente que o eleitorado tem o hábito de ser generoso com os candidatos majoritários à reeleição, mas há uma margem de risco. Assim ‘o clima de já ganhou’ do governador é perigoso”, observou o presidente estadual do PSOL, acrescentando que, “a máquina do governo não pode tudo”.

Mas, o dirigente do PSOL também vê problemas na oposição. Reforçando uma de suas características, Galdino voltou a criticar a oposição conduzida pelo PMDB e pelo PT. “O PT tem dificuldades para endurecer sua oposição ao Governo do PSB porque é um partido historicamente dividido no Estado. No PT há braços ricardistas e há também os cartaxistas, cuja prioridade é a reeleição do próprio prefeito”, enfatizou.

“Essa oposição ainda tem contra si as contradições decorrentes das gestões dos Governos Maranhão, do PMDB”, disse.

Ao falar da missão do PSOL, que até o momento tem apenas colaborado para forçar um segundo turno no cenário estadual, Galdino cobrou maior oposição de suas lideranças. “ O PSOL, por sua vez, deveria priorizar a consolidação da oposição programática ao Governo, o que exige desprendimento de figuras públicas do partido como Nelson Junior, ex-candidato ao Governo do Estado, Marcos Dias, ex-candidato majoritário em duas oposições, Sizenando Leal, que disputou a prefeitura de Campina Grande, entre outros”, opinou.

domingo, 24 de novembro de 2013

Dirigente do PSOL diz que PT vive ‘incômodo’ com condenados do STF em seus quadros




Ao comentar declarações do vereador de João Pessoa, Fuba, que reconheceu a legitimidade das decisões do STF no julgamento do Mensalão, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, disse que o vereador adota uma postura louvável. ”O vereador Fuba está correto e merece nosso elogio quando afirma que os ministros do Supremo Tribunal Federal agiram com legitimidade”, disse.

O dirigente do PSOL, no entanto, voltou a lamentar as atitudes daqueles que, no afã de proteger a imagem do PT, tentam desqualificar o julgamento e a aplicação da justiça contra os que praticaram os crimes de corrupção ativa e passiva no caso em tela.

Apesar de afirmar que a generalização negativa em torno de uma sigla partidária não é justa, Galdino destacou preocupação com a convivência do PT com esse ‘incômodo’ representado pela presença de condenados pelo STF em seus quadros. “De fato, o PT como instituição não pode ser culpado por erros cometidos por seus agentes políticos, mas a instituição pode muito bem optar pelo reconhecimento da decisão do STF e mais do que isso, poderia afastar esses cidadãos de seus quadros”, defendeu.


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

PSOL prevê “discurso coerente, com projetos de atuação parlamentar realizável” para embalar suas candidaturas em 2014



Fabiano Galdino, presidente estadual do PSOL, voltou a manifestar preocupações a respeito do papel de seu partido nas eleições 2014. Galdino tem revelado que as candidaturas do PSOL para o legislativo estadual em 2014, definitivamente, não serão ricas em recursos financeiros. “O PSOL não fará campanhas envoltas em grandes eventos que exigem bastante dinheiro. As candidaturas do PSOL não poderão se misturar aquelas dos que apenas buscam aparecer e ganhar uma expressão eleitoral para serem leiloadas, em outros contextos eleitorais futuros”, acredita.
Para superar as dificuldades naturais de partidos pequenos e de esquerda, o presidente estadual do PSOL defende o planejamento e a definição de estratégias diferenciadas na exposição dos candidatos do PSOL ao eleitorado. Ele argumenta que as candidaturas do PSOL necessitam estar preparadas para se apresentarem ao eleitorado de forma diferente e inovadora, com a marca da contestação ao modelo de Estado ineficiente em sua obrigação política e social.
Segundo o dirigente, a adoção de uma coordenação a partir dos candidatos e da direção partidária pode ser fator significativo para um bom desempenho nas eleições. “As candidaturas do PSOL não poderão ser despretensiosas e sem objetivo estratégico. Elas precisam ter uma coordenação única para assegurar ao eleitorado, especialmente o público mais crítico e independente na hora de decidir o voto, um discurso coerente, com projetos de atuação parlamentar realizável”, defendeu. E completou: “Nossas candidaturas devem ter como princípio norteador a capacidade de envolver setores do eleitorado numa reflexão que, se crescer e se multiplicar entre eleitores mais determinados a mudar o jogo político-eleitoral que tem marcado o Estado, poderá ser decisiva para a consagração dos primeiros parlamentares do partido já nessas eleições”.
Depois de considerar que o PSOL necessita ousar nas estratégias dos eventuais candidatos proporcionais, Galdino admitiu que poderá ser um dos integrantes da chapa proporcional nas eleições que se avizinham. “Ainda não tomei essa decisão”, finalizou,contudo.





domingo, 17 de novembro de 2013

PSOL critica dirigentes petistas que defendem Dirceu e Genoino


O presidente estadual do PSOL, carteiro Fabiano Galdino, considerou como importante e necessária à democracia brasileira a decisão do STF pela prisão de 12 condenados no caso do Mensalão. Galdino voltou a fazer fortes críticas aos petistas paraibanos que defendem a inocência de Jose Dirceu, Genoíno e Delúbio Soares. “A prisão de figuras como Delubio Soares, Genoíno e o ex-ministro da Casa Civil do Governo Lula e ex-presidente nacional do PT, José Dirceu, entre outros, é um avanço para a democracia brasileira, mesmo que isso signifique uma mancha à história do PT”, comentou.

Ainda segundo Galdino, o PT, em suas reações contra a decisão do STF no caso Mensalão, perdeu a noção da ética na política e do respeito ao interesse público. “Quando busca desqualificar a importância da decisão do STF no caso do Mensalão, o PT se enquadra no perfil conservador da política”, afirmou Galdino, acrescentando que “Na Paraíba há os petistas dirigentes que defendem claramente a impunidade no fazer político e que colocam a amizade entre partidários acima do aperfeiçoamento da democracia e do interesse público”.

O dirigente do PSOL criticou dirigentes petistas no Estado que saíram em defesa dos petistas condenados no Mensalão.  “Quando busca desconhecer a realidade dos fatos entorno do Mensalão, o PT cumpre o papel de se situar acima da lei e da Justiça, o que é muito lamentável. Esse comportamento adotado pelo PT de negar a existência do Mensalão representa uma insubordinação à lei e ao Estado de Direito”, concluiu.



Prisões do Mensalão Dirigente do PSOL diz que PT quer se situar acima da lei e da Justiça



O presidente estadual do PSOL, carteiro Fabiano Galdino, afirmou hoje que o PT perdeu, quando busca desqualificar a importância da decisão do STF no caso do Mensalão, a noção da ética na política e do respeito ao interesse público.  “Na Paraíba há os petistas dirigentes que defendem claramente a impunidade no fazer político e que colocam a amizade entre partidários acima do aperfeiçoamento da democracia e do interesse público”, afirmou.

Para Galdino, o comportamento adotado pelo PT de negar a existência do Mensalão representa uma insubordinação à lei e ao Estado de Direito. “Quando busca desconhecer a realidade dos fatos entorno do Mensalão, o PT cumpre o papel de se situar acima da lei e da Justiça, o que é muito lamentável”, disse.

Numa crítica aos petistas paraibanos que lançaram nota de solidariedade a Dirceu e Genoíno, Galdino se contrapôs com um elogio à ação do STF na determinação da prisão de 12 julgados do Mensalão.  “A prisão de figuras como Delubio Soares, Genoíno e o ex-ministro da Casa Civil do Governo Lula e ex-presidente nacional do PT, José Dirceu, entre outros, é um avanço para a democracia brasileira, mesmo que isso signifique uma mancha à história do PT”, comentou.