sábado, 20 de junho de 2015

Dirigente do PSOL critica aliados de Cartaxo e do governador por fatiarem os "átomos" do quase nada


Ao comentar os pensamentos da deputada estadual Estela Bezerra (PSB) e do secretário de Articulação política de João Pessoa, Adalberto Fulgêncio, sobre a quantidade e qualidade dos investimentos em infra-estruturas na Capital, levadas a efeito pelos Governos do Estado e da Capital, sob as lideranças do governador Ricardo Coutinho (PSB) e do prefeito Luciano Cartaxo (PT), respectivamente, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, afirmou que as comparações entre as obras executadas pelo Governo do Estado, o governo municipal e o Governo federal demonstram que estão querendo fatiar os” átomos” do quase nada.
Tecendo críticas a disputa de Estela e Adalberto Fulgência pelas patentes de obras estruturantes em João Pessoa, o presidente estadual do PSOL ainda declarou que as obras estruturantes a que eles querem ter paternidade e patente estão atrasadas e abaixo das necessidades da mobilidade urbana e da qualidade de vida da população. Em tom irônico, Galdino disse que a deputada Estela Bezerra e o secretário Adalberto Fulgêncio querem convencer a opinião pública da ineficiência de um em relação ao outro.
“Eles, juntos, fazem muito menos que o necessário. Separados, estão a serviços de suas vaidades e projetos pessoais”, disparou.
Galdino considerou que a população de João Pessoa espera a atuação dos governos eleitos nas esferas municipal, estadual e federal para proporcionar melhorias na infra-estrutura da cidade e na qualidade de vida de seus habitantes. Mas lamentou esse debate precipitado sobre quem faz mais em tempos de poucos resultados práticos nos rumos da cidade. “Os aliados de Luciano Cartaxo e de Ricardo Coutinho querem impor suas verdades à opinião pública. Preferimos ficar com a tríplice verdade: os governos federal, estadual e municipal prestam serviços em infra-estrutura e em outras áreas bem abaixo do que poderiam e das urgências dos entes públicos que representam”, finalizou.
O dirigente do PSOL reconheceu que o fato de seu partido não ter uma voz na Câmara de Vereadores de João Pessoa dificulta uma maior presença do partido nos debates estruturantes na cidade.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

A FESTA DE SANTA RITA: SIM OU NÃO? POR DIREÇÃO DO PSOL NA CIDADE

A FESTA DE SANTA RITA: SIM OU NÃO?
POR DIREÇÃO DO PSOL NA CIDADE

Em nota, a direção municipal do PSOL em Santa Rita discute eventos festivos por ocasião do aniversário da cidade e, ao repudiar gestões passadas e do atual prefeito, afirma quue “esta cidade sempre foi governada sem planejamento estratégico”.
Veja a nota do PSOL, na íntegra.
Desde 1776, quando da construção da capela (Hoje Santuário) de Santa Rita de Cássia, mesmo antes da santa ser canonizada que festejamos seu dia, aos 22 de maio. São muitas contradições em relação á realização da festa profana da cidade! Lembrando que há algum tempo, encontramo-nos mergulhados em crises administrativas que beiram a calamidade pública, sem precedentes!
No ano de 1996, com quase seis meses de salário de servidores atrasados, o ex prefeito Oildo Soares realizou uma modesta festa na praça Getúlio Vargas com apenas uma banda e pouca gente naquela noite chuvosa. Em 2012, na gestão do prefeito Marcus Odilon, onde Santa Rita atravessava a maior greve de professores(s) da história do Brasil ( 121 dias) sem resultado algum para a categoria, no parque do povo, realizava-se uma grande festa, aos modos do pão e circo romano. As faixas de luto clamavam à santa que rogasse por nós e, estas que foram guardadas, estão servindo hoje quando a cena se repete com outros personagens.
Professores (as) em greve há cerca de um mês sem nenhuma negociação por parte do agora prefeito, Reginaldo Pereira. A saúde agonizando, salários atrasados e um caos generalizado na cidade, onde os poderes legislativo e executivo não dizem a que vieram. Choram viúvas de um lado, e do outro, o choro de quem conheceu a viuvês, de quem não mais quer ser! Sobram as cidadãs e cidadãos, esmolando direitos fundamentais como educação, saúde e segurança. Só se pode esperar pelo poder judiciário, este que está acima dos demais, mas, até que se cumpra, onde vamos parar, com quem podemos contar? Em meio a tanta polêmica e interesses difusos, o quarto poder, notícia com frequência a possibilidade de cancelamento, mostrando todo descaso administrativo que se instalou na cidade e, ao mesmo, a gestão responde alegando estar " organizando " a casa que segue desgovernada.
O vive-prefeito faz a campanha pedindo a população para boicotar o evento, faz-se até na mídia, campanha de se levar ovos para festa para jogar no prefeito, por parte de apresentadores da televisão local. E a opinião se divide: a festa gera emprego, renda, gera violência, descaso! Parece-nos que o que menos importa é o que de fato venha a ser bom para a cidade: Combate à corrupção!
Nossa postura diante de tantas atrocidades é de que se pode sim realizar a festa e dar aumento aos (as) servidores (as), colocar os salários em dia e cuidar dos percalços que a cidade enfrenta. Cada coisa no seu devido lugar, uma vez que uma não inviabiliza a outra. A não realização da festa não resolve os problemas da cidade, mas, é no mínimo falta de respeito aos (as) servidores(as) se fazer festa em meio à tanta crise institucional.
O PSOL, que está em Santa Rita desde 2005, vem a público repudiar todas as posturas citadas neste documento e lembrar que esta cidade sempre foi governada sem planejamento estratégico, onde o foco principal fosse os (as) santarritenses. Fica nosso REPÚDIO!Santa Rita tem jeito!

Direção Municipal do PSOL em Santa Rita

Assessoria 

terça-feira, 5 de maio de 2015

Nelson Júnior critica ritmo de execução de obras do Governo Ricardo Coutinho


O professor Nelson Júnior (PSOL) afirmou que o governador faz marketing eleitoral e explora a esperança do povo com obras em ritmo lento



05-05-15

Nelson Junior diz que Estado trata execução de obras como marketing eleitoral

O ex-candidato ao senado pelo PSOL e membro da Executiva Estadual da sigla, professor Nelson Júnior, ao discutir as obras do Governo Ricardo Coutinho, afirma que elas ocorrem sem “um planejamento exequível” e expressa mais uma postura de marketing do Governo do que uma intenção de atender as demandas populares. “O governador Ricardo Coutinho tem adotado uma postura preocupante no tocante ao ritmo das obras de sua gestão. Algumas obras encontram-se em atraso, outras em ritmo lento, enquanto outras obras, apesar de estarem em estado avançado, não se aproximam da reta final para conclusão”, disse.
Ao analisar os anúncios do Governo com relação a construções de diversas obras em áreas como Saúde e infraestrutura, Nelson Júnior acusou o governador Ricardo Coutinho de alardear mais do que realmente planeja e executa obras em seu governo. “Percebo que o governador Ricardo Coutinho tomou a decisão de iniciar várias obras na mesma época, independente de um planejamento exequível para sua execução. Assim, se inicia a construção do hospital oncológico em Patos, do hospital metropolitano de Santa Rita, a urbanização do açude de Bodocongó em Campina Grande e a construção do viaduto do Geisel e do trevo de Mangabeira em João Pessoa, etc”, comentou.
“O que para uns pode parecer que esse é um governador operoso, na minha opinião transforma Ricardo em um governador marketeiro que se utiliza da esperança do povo, no acesso aos serviços que estes equipamentos podem proporcionar, para auferir apoio político ao seu governo e apoio eleitoral ao seu projeto de poder”, disparou.
De acordo com Nelson Júnior, que foi candidato ao Governo do Estado e ao senado, em 2010 e 2014, respectivamente, as prioridades de Ricardo Coutinho no Governo do Estado se movimentam e se alimentam em função de seus interesses meramente eleitorais, em detrimento das demandas e esperanças do povo.
“Com isso Ricardo Coutinho pretende, com o mesmo discurso e as mesmas obras utilizados para sua reeleição, pavimentar a candidatura do PSB à prefeitura de João Pessoa e garantir o futuro do seu projeto político em 2018”, opinou.
Por fim, o professor Nelson Junior descreveu o que considera problemas não enfrentados adequadamente pelo Governo do PSB na Paraíba. “Enquanto a prioridade do governador é seu projeto eleitoral, e não as demandas da população, os pacientes oncológicos do sertão continuam vindo para Campina Grande e João pessoa em busca de tratamento; os moradores de Campina Grande, principalmente do bairro de Bodocongó, continuam carentes de um equipamento de lazer; os moradores de Mangabeira, Valentina, Bancários e José Américo em João Pessoa continuam sofrendo com os transtornos de um trânsito caótico,
proveniente da construção do trevo de Mangabeira e a população da região metropolitana de João Pessoa continuará a superlotar os hospitais do trauma e o trauminha de Mangabeira devido a não conclusão do hospital da região metropolitana, em Santa Rita”, concluiu.

Fonte: Paraíbaja.

domingo, 26 de abril de 2015

FABIANO GALDINO: PSOL critica líder do Governo e cobra explicações ...

FABIANO GALDINO: PSOL critica líder do Governo e cobra explicações ...: Em críticas ao Líder do governo na Assembleia Legislativa da Paraíba, Hervázio Bezerra (PSB), que, diante de denúncias contra o Empreende...

PSOL critica líder do Governo e cobra explicações sobre Empreender Paraíba


Em críticas ao Líder do governo na Assembleia Legislativa da Paraíba, Hervázio Bezerra (PSB), que, diante de denúncias contra o Empreender Paraíba, preferiu atacar adversários, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, disse que o deputado Hervázio Bezerra, em vez de explicar se as denúncias contra o Empreender são procedentes ou não, busca identificar a motivação delas.
De acordo com Galdino, a reação governista em meio a denúncias no Empreender Paraíba representa um perigo à transparência e uma ameaça ao direito da sociedade de ouvir as explicações do Governo.  “Ao dizer que ‘a música que eles [tucanos e oposição] tocarem nós vamos dançar a altura’, o Governo do Estado, através de seu líder, constrói uma generalização na política muito preocupante, a de que “o governo age conforme seus antecessores, camuflando a transparência e impedindo que a sociedade tome conhecido da verdade quanto ao uso dos recursos públicos”, disparou.
“Um governo confiável é aquele que prima pela transparência pública. A transparência da gestão pública é um dever do Governo e em meio às denúncias relativas ao Empreender Paraíba, o discurso de Hervásio vai à linha de que também sabe de informações que podem comprometer adversários. Se sabe de algo grave e não revela, pode estar a cometer prevaricação”, enfatizou.


terça-feira, 21 de abril de 2015

FABIANO GALDINO: PSOL diz que prefeito do PT deve se lembrar da der...

FABIANO GALDINO: PSOL diz que prefeito do PT deve se lembrar da der...: O presidente do PSOL paraibano, Fabiano Galdino, voltou a fazer críticas ao prefeito Luciano Cartaxo (PT). Por meu de seu perfil no Twi...

PSOL diz que prefeito do PT deve se lembrar da derrota de Tarso Genro antes de ignorar críticas



O presidente do PSOL paraibano, Fabiano Galdino, voltou a fazer críticas ao prefeito Luciano Cartaxo (PT). Por meu de seu perfil no Twitter, Galdino comentou na noite desta segunda-feira, 20, a estratégia do prefeito Luciano Cartaxo de desconversar sobre 2016 e disse que reeleição não se ganha de véspera. “Ao dizer que só trata de eleições no ano que vem, o prefeito Luciano Cartaxo, segue o exemplo de outros. Não quer reinventar a roda. Tudo bem. Mas, o povo quer médicos nos PSFs, será que o prefeito sabe disso? Faltam médicos em Valentina, por exemplo”, questionou.

Ainda pelo Twitter, o dirigente do PSOL alertou que as críticas feitas à administração do PT na Capital não podem ser ignoradas pelo prefeito, sob pena de os efeitos serem profundos para o projeto de reeleição de Luciano Cartaxo. Segundo Galdino, há necessidade de melhorias nos serviços prestados pela prefeitura e cita a falta de médicos em PSFs.


Galdino insinua que se não agir com eficiência diante de críticas embasadas em insatisfação popular pela ausência de serviços essenciais, o prefeito do PT pode ser pego de surpresa, quando chegar a hora das eleições. “Cartaxo pode até retardar a questão das alianças que pretende ou consegue fazer, mas não pode deixar para depois as críticas a sua gestão. Reeleição não se ganha na véspera. Quer um exemplo, prefeito? Rio Grande do Sul, onde o PT perdeu com Terso Genro”, provocou.