sábado, 24 de maio de 2014
FABIANO GALDINO: Dirigente do PSOL diz que PT e PMDB se ‘oportuniza...
FABIANO GALDINO: Dirigente do PSOL diz que PT e PMDB se ‘oportuniza...: O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, afirmou neste sábado, 24, que PT e PMDB se oportunizam na escolha comum do nome do irmã...
Dirigente do PSOL diz que PT e PMDB se ‘oportunizam’ na escolha de Lucélio para o senado
O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, afirmou neste
sábado, 24, que PT e PMDB se oportunizam na escolha comum do nome do irmão do
prefeito da Capital, Luciano Cartaxo, para ser o candidato ao senado na chapa
de Veneziano Vital do Rego. Ao observar que as cúpulas nacional e estadual das
duas siglas praticamente bateram o martelo em torno do nome de Lucélio Cartaxo
para o senado, Galdino comentou, com ironia: “Essa é a política na Paraíba: O
PT de Cartaxo impõe o nome de Lucélio, irmão do prefeito, para integrar a chapa
do PMDB, que, por sua vez, só confia no PT se o candidato for mesmo o irmão do
prefeito, condição para que o PT e o prefeito não abandonem a futura campanha
do PMDB”.
E acrescentou o dirigente do PSOL: “Para que não haja dúvida:
a velha oligarquia age na relação com o PT como sempre agiu, exigindo do PT um
nome que represente o uso da máquina em favor da campanha do PMDB; por sua vez,
o PT que fingia que não querer indicar o nome de Lucélio Cartaxo, mas ameaçava sublinharmente
deixar a futura candidatura de Veneziano morrer na praia, deixou cair a máscara.
Diante disso, outra certeza: velha ou nova as oligarquias no Estado continuam
dando o tom, de modo que neste cenário o governador Ricardo Coutinho é neófito”,
comentou.
Galdino ainda reconheceu a fragilidade da esquerda no atual
quadro político no Estado. “Ao PSOL, o desafio de confirmar novas formas
efetivas de transformação do fazer político na Paraíba, mas tem lá seus
conflitos”, finalizou.
O professor Nelson Junior e o assistente social Tarcio
Teixeira são os nomes indicados pelo PSOL como pré-candidato ao senado e o Governo
do Estado, respectivamente.
sábado, 17 de maio de 2014
FABIANO GALDINO: Dirigente do PSOL reage a agressões na CMJP e diz ...
FABIANO GALDINO: Dirigente do PSOL reage a agressões na CMJP e diz ...: Usando as redes sociais e sua conta no Twitter e reagindo às agressões praticadas por seguranças da Câmara Municipal da Capital contra ...
Dirigente do PSOL reage a agressões na CMJP e diz que instituição deve se desculpar perante militantes LGBTs
Usando as redes sociais e
sua conta no Twitter e reagindo às agressões praticadas por seguranças da
Câmara Municipal da Capital contra manifestantes de Movimento LGBTs, o
presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, fez duras críticas neste sábado,
17, diante do clima de violência e chegou a responsabilizar o presidente
daquela Casa Legislativa, vereador Durval Ferreira, pelas agressões promovidas
pelos seguranças da Câmara contra ativistas LGBTs na Capital.
Segundo Galdino, as
agressões sofridas por militantes LGBTs, entre eles, Renan Palmeira, que é
presidente do Movimento do Espírito Lilás (MEL) ocorreram dentro de uma lógica
repressora e autoritária. “Sabemos que os seguranças da Casa não agiram sem um
comando. Durval Ferreira deve se pronunciar sobre as agressões”, disse.
“O PSOL repudia com
veemência as agressões contra militantes LGBT na Câmara Municipal de João
Pessoa. A direção da CMJP mancha o direito LGBT”, comentou Galdino, enquanto
defendeu a retratação da Câmara Municipal pelas agressões contra as entidades
que realizaram o protesto na Câmara Municipal contra títulos que eles julgam
promotores de preconceito e homofobias.
Galdino informou que o
PSOL emitiu uma nota na manhã deste sábado para denunciar o clima de intolerância
e falta de diálogo no parlamento municipal. Na nota, o PSOL, além de prestar
solidariedade às vítimas das agressões, exige “uma profunda investigação com
uma exemplar punição aos culpados, sejam eles vereadores ou servidores”.
“Claro que os vereadores
podem politicamente pensar como bem quiserem, até de forma conservadora, mas
não podem desrespeitar o direito das minorias. O PSOL quer retratação da Câmara
Municipal e de seu presidente”, cobrou.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Dirigente do PSOL diz que Ricardo Coutinho não se reelegerá se eleitor for exigente
O presidente estadual do PSOL,
Fabiano Galdino, afirmou nesta quarta-feira, 14, que se os eleitores paraibanos
adotarem os mesmos critérios de exigências observados nas eleições 2010, em relação
aos discursos e promessas dos pré-candidatos ao Governo, Ricardo Coutinho seria
reprovado. “Com o discurso que conseguiu ser eleito, além de outros fatores, é
possível que o governador Ricardo Coutinho não seja releito, caso a população adote
os mesmos critérios de exigências de 2010. Afinal, o governador Ricardo
Coutinho e seu Governo mais prometeram
do que realizaram, deixando para os eleitores a visão de um Estado que não
serve para os direitos do povo”, disse.
Segundo Galdino, o Governo do PSB
não tem conseguido inovar na administração pública, repetindo as velhas
práticas da política do passado. “O desenvolvimento somente pela via das
estradas e rodovias, embora necessárias, são expressão de governos anteriores,
sem ampliação da qualidade da vida humana do povo paraibano”, opinou.
O dirigente do PSOL acredita que
a superação de Maranhão por Ricardo se deveu a, entre outros fatores, a
exigência de parte majoritária do eleitorado que queria inovação na prática
governamental. “Assim, a oportunidade que Ricardo Coutinho pediu em nome do
novo pode significar hoje a principal motivação para sua rejeição, diante da deficiência
em produzir novas e progressivas formas de governar”, comentou.
O PSOL, que tem como
pré-candidato ao Governo, o assistente social Tárcio Teixeira e ao senado,
professor Nelson Junior, está buscando fechar acordo com o PSTU e PCB para as eleições
2014. “Teremos mais uma reunião nesta quarta-feira com os representantes do PCB
e PSTU para tratarmos dos rumos da Frente de Esquerda, com busca da unidade
programática e definição dos nomes para a chapa majoritária”, revelou.
domingo, 4 de maio de 2014
FABIANO GALDINO: Dirigente do PSOL diz que Cartaxo quer ser novo ca...
FABIANO GALDINO: Dirigente do PSOL diz que Cartaxo quer ser novo ca...: Ao comentar a exoneração do secretário adjunto da Articulação Política do prefeito Luciano Cartaxo, o petista Josenilton Feitosa, o pre...
Dirigente do PSOL diz que Cartaxo quer ser novo cacique da política no Estado
Ao comentar a exoneração do
secretário adjunto da Articulação Política do prefeito Luciano Cartaxo, o
petista Josenilton Feitosa, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino,
disse que a decisão de exonerar petista dirigente funciona como estratégia para
silenciar divergências nos rumos do partido.
“É óbvio que nomear e exonerar é
prerrogativa do gestor, no entanto, há que se estranhar as motivações para a
tal exoneração”, comentou.
“Neste caso, o que devemos
observar são as circunstâncias em que ocorre o ato de exoneração. Todos sabemos
que há divergências quanto aos rumos do PT no atual cenário político no Estado
e o prefeito Cartaxo quer ser novo cacique da política paraibana”, afirmou.
No dizer de Galdino, trata-se de uma
pode-expiatorização no PT para impor sua vontade de cacique. “Tal exoneração se
caracteriza por uma bode-expiatorização no PT. Partidário e histórico em seu
partido, Feitosa deve estar se recordando, agora, dos tempos em que Cartaxo
iniciava como vereador na Câmara. Embora petista, sabia-se de suas relações com
o então prefeito Cícero Lucena”, alfinetou.
“O prefeito Luciano Cartaxo
decidiu exonerar Josenilton Feitosa para impor o silêncio aos demais
integrantes petistas de seu Governo”, disse.
Galdino acredita, no entanto, que
esse estilo do prefeito Luciano Cartaxo não é novidade para os que acompanham a
trajetória do político. “Por fim, a exoneração de Feitosa e a tucanização da
gestão de Cartaxo fazem do mesmo perfil do gestor: adequação ao poder”.
O dirigente do PSOL disse ainda que
a gestão de Cartaxo continua impotente diante de problemáticas como o caos no
trânsito e a precariedade das vias públicas como alternativas para a melhor a
fluidez do trânsito na cidade. “Some-se a isso, as históricas deficiências em
setores como saúde e moradia popular”, criticou.
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