O PSOLÍSSIMO
Novembro/11
Fabiano do PSOL afirmou que o desempenho médio dos vereadores de João Pessoa é preocupante e classificou o modelo de representação da Câmara Municipal como atrasado e sem a democracia popular.
Ao avaliar os atuais 21 vereadores da Capital, Fabiano do PSOL explicou por que os parlamentares não estão agradando o povo: “Eles não fazem o seu dever constitucional. Não fiscalizam corretamente a gestão, não legislam em favor do povo e ainda não contribuem para a democracia na cidade”, disse.
Fabiano do PSOL acredita que o modelo de atuação da Câmara Municipal já é por si mesmo, atrasado, fora de sintonia com as necessidades democráticas da cidade. Ele falou sobre as formas adotadas pela maioria dos vereadores para chegarem ao voto do povo e assim se elegerem. “Os vereadores são eleitos por forças políticas poderosas que, em muitos casos, usam e abusam do poder econômico”, revelou.
“Na cidade de João Pessoa, a situação de pobreza de nosso povo não é preocupação das forças políticas majoritárias na cidade. Essas forças se organizam para eleger vereadores que já assumem o mandato presos a conjunturas de manter o quadro social do povo inalterado”, denunciou.
De acordo com Fabiano do PSOL, sem compromisso com as necessidades básicas do povo de João Pessoa, o papel preponderante dos vereadores é agradar os prefeitos que já passaram pela administração da Capital. “Os vereadores, quase sempre, adotam a postura de concordar com tudo o que a gestão do prefeito quer fazer”, lembrou.
Fabiano do PSOL também criticou o prefeito Luciano Agra. “O problema é que a cidade tem um prefeito que não quer avançar as condições sociais do povo. O que norteia os interesses do prefeito é a construção de uma boa imagem de sua gestão para garantir apenas as possibilidades de eventual reeleição ao cargo”, disse.
Depois de pontuar que as ações da gestão Agra cidade têm caráter meramente de minimização do quadro social, Fabiano do PSOL declarou que os direitos e interesses do povo são atendidos parcialmente. “Isso é feito como forma de estancar a crítica à má gestão dos recursos da prefeitura”, frisou.