quinta-feira, 21 de maio de 2015

A FESTA DE SANTA RITA: SIM OU NÃO? POR DIREÇÃO DO PSOL NA CIDADE

A FESTA DE SANTA RITA: SIM OU NÃO?
POR DIREÇÃO DO PSOL NA CIDADE

Em nota, a direção municipal do PSOL em Santa Rita discute eventos festivos por ocasião do aniversário da cidade e, ao repudiar gestões passadas e do atual prefeito, afirma quue “esta cidade sempre foi governada sem planejamento estratégico”.
Veja a nota do PSOL, na íntegra.
Desde 1776, quando da construção da capela (Hoje Santuário) de Santa Rita de Cássia, mesmo antes da santa ser canonizada que festejamos seu dia, aos 22 de maio. São muitas contradições em relação á realização da festa profana da cidade! Lembrando que há algum tempo, encontramo-nos mergulhados em crises administrativas que beiram a calamidade pública, sem precedentes!
No ano de 1996, com quase seis meses de salário de servidores atrasados, o ex prefeito Oildo Soares realizou uma modesta festa na praça Getúlio Vargas com apenas uma banda e pouca gente naquela noite chuvosa. Em 2012, na gestão do prefeito Marcus Odilon, onde Santa Rita atravessava a maior greve de professores(s) da história do Brasil ( 121 dias) sem resultado algum para a categoria, no parque do povo, realizava-se uma grande festa, aos modos do pão e circo romano. As faixas de luto clamavam à santa que rogasse por nós e, estas que foram guardadas, estão servindo hoje quando a cena se repete com outros personagens.
Professores (as) em greve há cerca de um mês sem nenhuma negociação por parte do agora prefeito, Reginaldo Pereira. A saúde agonizando, salários atrasados e um caos generalizado na cidade, onde os poderes legislativo e executivo não dizem a que vieram. Choram viúvas de um lado, e do outro, o choro de quem conheceu a viuvês, de quem não mais quer ser! Sobram as cidadãs e cidadãos, esmolando direitos fundamentais como educação, saúde e segurança. Só se pode esperar pelo poder judiciário, este que está acima dos demais, mas, até que se cumpra, onde vamos parar, com quem podemos contar? Em meio a tanta polêmica e interesses difusos, o quarto poder, notícia com frequência a possibilidade de cancelamento, mostrando todo descaso administrativo que se instalou na cidade e, ao mesmo, a gestão responde alegando estar " organizando " a casa que segue desgovernada.
O vive-prefeito faz a campanha pedindo a população para boicotar o evento, faz-se até na mídia, campanha de se levar ovos para festa para jogar no prefeito, por parte de apresentadores da televisão local. E a opinião se divide: a festa gera emprego, renda, gera violência, descaso! Parece-nos que o que menos importa é o que de fato venha a ser bom para a cidade: Combate à corrupção!
Nossa postura diante de tantas atrocidades é de que se pode sim realizar a festa e dar aumento aos (as) servidores (as), colocar os salários em dia e cuidar dos percalços que a cidade enfrenta. Cada coisa no seu devido lugar, uma vez que uma não inviabiliza a outra. A não realização da festa não resolve os problemas da cidade, mas, é no mínimo falta de respeito aos (as) servidores(as) se fazer festa em meio à tanta crise institucional.
O PSOL, que está em Santa Rita desde 2005, vem a público repudiar todas as posturas citadas neste documento e lembrar que esta cidade sempre foi governada sem planejamento estratégico, onde o foco principal fosse os (as) santarritenses. Fica nosso REPÚDIO!Santa Rita tem jeito!

Direção Municipal do PSOL em Santa Rita

Assessoria 

terça-feira, 5 de maio de 2015

Nelson Júnior critica ritmo de execução de obras do Governo Ricardo Coutinho


O professor Nelson Júnior (PSOL) afirmou que o governador faz marketing eleitoral e explora a esperança do povo com obras em ritmo lento



05-05-15

Nelson Junior diz que Estado trata execução de obras como marketing eleitoral

O ex-candidato ao senado pelo PSOL e membro da Executiva Estadual da sigla, professor Nelson Júnior, ao discutir as obras do Governo Ricardo Coutinho, afirma que elas ocorrem sem “um planejamento exequível” e expressa mais uma postura de marketing do Governo do que uma intenção de atender as demandas populares. “O governador Ricardo Coutinho tem adotado uma postura preocupante no tocante ao ritmo das obras de sua gestão. Algumas obras encontram-se em atraso, outras em ritmo lento, enquanto outras obras, apesar de estarem em estado avançado, não se aproximam da reta final para conclusão”, disse.
Ao analisar os anúncios do Governo com relação a construções de diversas obras em áreas como Saúde e infraestrutura, Nelson Júnior acusou o governador Ricardo Coutinho de alardear mais do que realmente planeja e executa obras em seu governo. “Percebo que o governador Ricardo Coutinho tomou a decisão de iniciar várias obras na mesma época, independente de um planejamento exequível para sua execução. Assim, se inicia a construção do hospital oncológico em Patos, do hospital metropolitano de Santa Rita, a urbanização do açude de Bodocongó em Campina Grande e a construção do viaduto do Geisel e do trevo de Mangabeira em João Pessoa, etc”, comentou.
“O que para uns pode parecer que esse é um governador operoso, na minha opinião transforma Ricardo em um governador marketeiro que se utiliza da esperança do povo, no acesso aos serviços que estes equipamentos podem proporcionar, para auferir apoio político ao seu governo e apoio eleitoral ao seu projeto de poder”, disparou.
De acordo com Nelson Júnior, que foi candidato ao Governo do Estado e ao senado, em 2010 e 2014, respectivamente, as prioridades de Ricardo Coutinho no Governo do Estado se movimentam e se alimentam em função de seus interesses meramente eleitorais, em detrimento das demandas e esperanças do povo.
“Com isso Ricardo Coutinho pretende, com o mesmo discurso e as mesmas obras utilizados para sua reeleição, pavimentar a candidatura do PSB à prefeitura de João Pessoa e garantir o futuro do seu projeto político em 2018”, opinou.
Por fim, o professor Nelson Junior descreveu o que considera problemas não enfrentados adequadamente pelo Governo do PSB na Paraíba. “Enquanto a prioridade do governador é seu projeto eleitoral, e não as demandas da população, os pacientes oncológicos do sertão continuam vindo para Campina Grande e João pessoa em busca de tratamento; os moradores de Campina Grande, principalmente do bairro de Bodocongó, continuam carentes de um equipamento de lazer; os moradores de Mangabeira, Valentina, Bancários e José Américo em João Pessoa continuam sofrendo com os transtornos de um trânsito caótico,
proveniente da construção do trevo de Mangabeira e a população da região metropolitana de João Pessoa continuará a superlotar os hospitais do trauma e o trauminha de Mangabeira devido a não conclusão do hospital da região metropolitana, em Santa Rita”, concluiu.

Fonte: Paraíbaja.