sábado, 26 de outubro de 2013

ENEM Congresso do PSOL é adiado para 3 de novembro


Previsto para ocorrer no domingo, 27, o Congresso Estadual do PSOL teve sua data adiada por causa do ENEM. Segundo o presidente estadual do partido, Fabiano Galdino, a decisão de não realizar o congresso foi acertada, já que alguns delegados do encontro e outros filiados estão inscritos no ENEM e vão fazer a prova no sábado e no domingo.

Galdino informou que o Congresso Estadual do PSOL passará a acontecer no dia 3 de novembro, data limite, conforme regra nacional para a realização de Congressos Estaduais. "Um evento democrático com discussão das estratégias partidárias para as eleições 2014 e, sobretudo, para a atuação militante no dia a dia dos movimentos populares serão marcas de nosso Congresso Estadual", afirmou Galdino, acrescentado que, na ocasião do 4 º Congresso do PSOL paraibano, será eleita a delegação ao Congresso Nacional do partido, bem como a nova direção estadual. 

Dois nomes estão indicados para disputar a presidência do PSOL no Estado. O nome do assistente social Tarcio Teixeira e o do próprio Galdino, que é carteiro e busca a reeleição.  "Até o presente momento, temos duas chapas para a escolha dos delegados ao Diretório Estadual. Quanto à presidência do Diretório, meu nome está colocado para continuar o trabalho de representação institucional do partido, ao mesmo tempo, colaborar no debate para a construção do PSOL nos próximos dois anos", comentou. 

Ao tratar da chapa majoritária do PSOL para as eleições 2014, Galdino afirmou que há uma necessidade de o partido avançar na discussão programática e das condições para ampliar a oposição ao Governo. “Importante lembrar que, em duas eleições na Paraíba, com Davi Lobão, em 2006 e com Nelson Júnior, em 2010, o partido protagonizou uma realização de segundo turno. Esses fatos revelam certa aceitação das ideias e programas do PSOL. O que precisamos é manter esse perfil em 2014 e construir condições objetivas para produzir um resultado melhor, a partir do diálogo com setores insatisfeitos com o rodízio das elites no poder. O PSOL tem o desafio de ser o novo com esperança para o povo”, disse.

Assessoria




sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Durante seminário, PSOL critica PT e Governo do PSB




Em seminário promovido pelo PSOL, na noite desta sexta-feira, 24, palestrantes e militantes reafirmam críticas ao PT e ao Governo Dilma e ao Governo de Ricardo Coutinho.

Os apoiadores da chapa ao Diretório Estadual do PSOL encabeçada pelo atual presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, realizaram um seminário num auditório da UFPB ontem à noite,com a presença de uma dirigente nacional da legenda, Zilmar Alverita, do professor  Robério Paulino,da UFRN e dos professores Thiago Bernardon (Departamento de História UEPB) e Nelson Junior (Psicologia UEPB).

Composto de duas mesas, o seminário discutiu o tema” Lutas Sociais e Eleições 2014: Vai ter muita luta antes das urnas!”. Em sua exposição o professor Robério Paulino, ex-candidato do PSOL à prefeitura de Natal, afirmou que o PT mudou de lado, com a ascensão de Lula ao Governo e agora seu lado é de colaboração com o capital e controle das transformações populares. O segundo expositor, Thiago Bernardon, por sua vez, ressaltou a importância dos protestos populares que tomaram conta do país desde junho passado, com destaque às manifestações promovidas por setores populares no Rio de Janeiro.

Nelson Junior acentuou fortes críticas ao Governo do PSB na Paraíba e chegou a declarar que Ricardo Coutinho é um governo sem marca na administração, dadas suas ineficiências em setores como desenvolvimento econômico e áreas essenciais como saúde e educação. “Coutinho está com um governo sem marca administrativa e poderá ser uma grande decepção”, atacou.

Zilmar Alverita tratou dos desafios do PSOL na atual conjuntura e defendeu uma candidatura à presidência da República com a mesma capacidade de Plinio de Arruda Sampaio, que colocou como centralidade do programa de governo o combate às desigualdades sociais.

“Os convidados, a exemplo do professor Robério Paulino e a representante do Diretório Nacional, Zilmar Alverita, marcaram presença neste ato de apoio à nossa chapa ao Diretório Estadual”, disse Galdino, destacando, entre os presentes, militantes e simpatizantes do PSOL.


Assessoria

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Pré-candidato do PSOL afirma que partido precisa manter identidade ideológica e programática

Atual presidente do Diretório do PSOL paraibano, o carteiro Fabiano Galdino, disputa a reeleição ao comando do partido e faz um breve balanço das dificuldades para que o partido não perca a sua identidade. Em recente declaração perante militantes, Galdino disse que a luta do PSOL enquanto partido de esquerda envolve a firmeza de não de adaptar ao perfil e funcionamento dos partidos tradicionais. “O PSOL tem muitos desafios pela frente. Um deles é não se tornar precocemente um novo PT. Sabemos que o PT começou a se degenerar muito antes de Lula assumir o Governo Federal em 2002”,comentou. O pré-candidato à presidência do PSOL estadual, Fabiano Galdino, revelou que uma ideologia de esquerda e programa identificado com uma mudança estrutural do poder deverão ser bandeiras da qual o PSOL não pode abrir mão, seja qual for o contexto político atual. “O PSOL surge como uma crítica ideológica ao Governo do PT e mais do que isso, ao próprio PT como partido principal do referido governo e da esperança brasileira”, afirmou. De acordo com Galdino, é preciso que o PSOL seja vigilante para não perder o rumo de sua origem e missão. “Em direção a sua degeneração, o PT começou a flexibilizar seu programa e suas estratégias eleitorais. O PSOL, por sua vez, não pode se tornar um partido que, como o PT, abra mão de seu programa, fazendo progressivas concessões em seu programa e, conseqüentemente, flexibilizando suas estratégias eleitorais”, explicou presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, pré-candidato a reeleição à presidência do Diretório regional.

PSOL não pode competir com os partidos tradicionais

Onda de filiações Dirigente do PSOL diz que seu partido não tem como competir com partidos tradicionais O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino comentou hoje, 5, o atual momento da vida política na Paraíba, com os partidos fazendo seus anúncios de grandes filiações de lideranças políticas, vereadores e deputados, entre outros. Para Galdino, seu partido, o PSOL, se insere neste contexto com o desafio de estabelecer a marca da diferença, mas enfrenta dificuldades. “O PSOL não pode competir com as filiações de outros partidos, a exemplo de PSB, PSDB e PT”, afirmou Galdino, acrescentando que o significado das filiações no PSOL é diverso daquele das legendas tradicionais. Segundo ele, as legendas tradicionais e detentoras de fortes relações com o poder, promovem filiações de notáveis, parlamentares, políticos da elite, enfim; enquanto ao PSOL está reservado o papel de consolidar sua militância ideológica e receber filiações daqueles que se contrapõem aos esquemas tradicionais da política paraibana. “Não interessa ao PSOL esses esquemas de crescimento número, representados por esses partidos que transformam as filiações em jogo de interesses dos poderosos, notadamente dos que já estão no poder e nele querem se perpetuar”, avaliou. “Recebemos algumas solicitações de filiações que nos orgulham. Mas não podemos fazer desse momento um ato heróico do partido, mas sim uma conseqüência de sua coerência na política e suas ações nas ruas e até na institucionalidade em favor de interesses coletivos e direitos universais de categorias sociamente vulneráveis”, acentuou. Galdino relembrou que o PSOL foi crido sob o princípio da democracia radical entre seus membros. No Brasil e na Paraíba, a busca dessa condição e desse exercício político cotidiano é permanente. O presidente do PSOL ainda disse que, nos últimos quatro anos, não há dúvida de avanço do partido em sua organização e representatividade no Estado, mas há muito o que fazer para chegarmos a sua consolidação. “Assim, divergimos dos que acham que o partido está consolidado no Estado e em suas formas de democracia interna”, finalizou. Fabiano Galdino Presidente Estadual PSOL

PSOL de Santa Rita vai discutir má gestão de Reginaldo Pereira



O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, voltou a criticar a administração do prefeito de Santa Rita, Reginaldo Pereira, e disse que a população da cidade sofre mais uma vez com gestores despreparados para exercer o poder público. Na opinião do dirigente do PSOL nem o fato de demorar vencer uma disputa majoritária para a prefeitura sensibiliza o prefeito Reginaldo Pereira.
Segundo Galdino, o PSOL de Santa Rita confirmou reunião para o próximo dia 6 a fim de pautar a questão da oposição ao governo do prefeito Reginaldo Pereira. “Acredito que o dirigente José Silva, ex-candidato do PSOL a prefeito de Santa Rita nas eleições passadas, juntamente com os filiados vão encontrar formas de se juntar a população contra esse caos administrativo”, afirmou.
Para dar o tom da reunião, Galdino antecipou que “durante os muitos anos na oposição, o agora prefeito não sabe fazer um bom proveito da oportunidade que lhe foi dada pela população. Essa administração tardou e falhou”, declarou. Ao apontar o fracasso da gestão de Reginaldo Pereira, Galdino argumentou que “a administração não se adéqua às necessidades da cidade e de seus habitantes. As críticas populares em Santa Rita estão relacionadas com problemas de infraestrutura mínimas nas ruas e principalmente com a continuação das péssimas condições dos serviços em áreas como saúde, educação e moradia”, denunciou.
“Além de não ter colocado a administração a serviço das necessidades da população, o prefeito Reginaldo Pereira tem se mostrado um mau gestor na composição de seus auxiliares e no trato com os recursos públicos”, alfinetou, considerando a atual administração como profundamente preocupante e marcada por erros. “Essa gestão está sob a mira da justiça. Lamentável”, disse.



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

“Administração de Reginaldo Pereira tardou e falhou”, diz dirigente do PSOL



Detentor da terceira colocação nas eleições para a prefeitura de Santa Rita, com os mais de 8,7% da votação nas eleições 2012, o PSOL avalia negativamente os rumos da administração do prefeito Reginaldo Pereira. Ontem à tarde, o presidente estadual da sigla, carteiro Fabiano Galdino, fez fortes críticas à administração de Reginaldo Pereira e considerou que o prefeito não aprendeu com a demora na chegada ao cargo.
“Durante os muitos anos na oposição, o agora prefeito não sabe fazer um bom proveito da oportunidade que lhe foi dada pela população. Essa administração tardou e falhou”, declarou.
Segundo Galdino, a gestão de Reginaldo Pereira falhou porque “não se adéqua às necessidades da cidade e de seus habitantes. As críticas populares em Santa Rita estão relacionadas com problemas de infraestrutura mínimas nas ruas e principalmente com a continuação das péssimas condições dos serviços em áreas como saúde, educação e moradia”, denunciou.
Depois de considerar a administração de Reginaldo Pereira como sendo profundamente preocupante, o presidente do PSOL, Fabiano Galdino, também lamentou os fatos que estão levando a administração da prefeitura para as barras da Justiça. “Além de não ter colocado a administração a serviço das necessidades da população, o prefeito Reginaldo Pereira tem se mostrado um mau gestor na composição de seus auxiliares e no trato com os recursos públicos”, alfinetou.

Galdino lembrou ainda que a direção municipal do PSOL em Santa Rita vai se reunir no final de semana para discutir as formas de oposição à gestão de Reginaldo Pereira, com a presença de José Silva, ex-candidato do partido a prefeito de Santa Rita nas eleições 2012.