sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Pré-candidato do PSOL afirma que partido precisa manter identidade ideológica e programática

Atual presidente do Diretório do PSOL paraibano, o carteiro Fabiano Galdino, disputa a reeleição ao comando do partido e faz um breve balanço das dificuldades para que o partido não perca a sua identidade. Em recente declaração perante militantes, Galdino disse que a luta do PSOL enquanto partido de esquerda envolve a firmeza de não de adaptar ao perfil e funcionamento dos partidos tradicionais. “O PSOL tem muitos desafios pela frente. Um deles é não se tornar precocemente um novo PT. Sabemos que o PT começou a se degenerar muito antes de Lula assumir o Governo Federal em 2002”,comentou. O pré-candidato à presidência do PSOL estadual, Fabiano Galdino, revelou que uma ideologia de esquerda e programa identificado com uma mudança estrutural do poder deverão ser bandeiras da qual o PSOL não pode abrir mão, seja qual for o contexto político atual. “O PSOL surge como uma crítica ideológica ao Governo do PT e mais do que isso, ao próprio PT como partido principal do referido governo e da esperança brasileira”, afirmou. De acordo com Galdino, é preciso que o PSOL seja vigilante para não perder o rumo de sua origem e missão. “Em direção a sua degeneração, o PT começou a flexibilizar seu programa e suas estratégias eleitorais. O PSOL, por sua vez, não pode se tornar um partido que, como o PT, abra mão de seu programa, fazendo progressivas concessões em seu programa e, conseqüentemente, flexibilizando suas estratégias eleitorais”, explicou presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, pré-candidato a reeleição à presidência do Diretório regional.

PSOL não pode competir com os partidos tradicionais

Onda de filiações Dirigente do PSOL diz que seu partido não tem como competir com partidos tradicionais O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino comentou hoje, 5, o atual momento da vida política na Paraíba, com os partidos fazendo seus anúncios de grandes filiações de lideranças políticas, vereadores e deputados, entre outros. Para Galdino, seu partido, o PSOL, se insere neste contexto com o desafio de estabelecer a marca da diferença, mas enfrenta dificuldades. “O PSOL não pode competir com as filiações de outros partidos, a exemplo de PSB, PSDB e PT”, afirmou Galdino, acrescentando que o significado das filiações no PSOL é diverso daquele das legendas tradicionais. Segundo ele, as legendas tradicionais e detentoras de fortes relações com o poder, promovem filiações de notáveis, parlamentares, políticos da elite, enfim; enquanto ao PSOL está reservado o papel de consolidar sua militância ideológica e receber filiações daqueles que se contrapõem aos esquemas tradicionais da política paraibana. “Não interessa ao PSOL esses esquemas de crescimento número, representados por esses partidos que transformam as filiações em jogo de interesses dos poderosos, notadamente dos que já estão no poder e nele querem se perpetuar”, avaliou. “Recebemos algumas solicitações de filiações que nos orgulham. Mas não podemos fazer desse momento um ato heróico do partido, mas sim uma conseqüência de sua coerência na política e suas ações nas ruas e até na institucionalidade em favor de interesses coletivos e direitos universais de categorias sociamente vulneráveis”, acentuou. Galdino relembrou que o PSOL foi crido sob o princípio da democracia radical entre seus membros. No Brasil e na Paraíba, a busca dessa condição e desse exercício político cotidiano é permanente. O presidente do PSOL ainda disse que, nos últimos quatro anos, não há dúvida de avanço do partido em sua organização e representatividade no Estado, mas há muito o que fazer para chegarmos a sua consolidação. “Assim, divergimos dos que acham que o partido está consolidado no Estado e em suas formas de democracia interna”, finalizou. Fabiano Galdino Presidente Estadual PSOL

PSOL de Santa Rita vai discutir má gestão de Reginaldo Pereira



O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, voltou a criticar a administração do prefeito de Santa Rita, Reginaldo Pereira, e disse que a população da cidade sofre mais uma vez com gestores despreparados para exercer o poder público. Na opinião do dirigente do PSOL nem o fato de demorar vencer uma disputa majoritária para a prefeitura sensibiliza o prefeito Reginaldo Pereira.
Segundo Galdino, o PSOL de Santa Rita confirmou reunião para o próximo dia 6 a fim de pautar a questão da oposição ao governo do prefeito Reginaldo Pereira. “Acredito que o dirigente José Silva, ex-candidato do PSOL a prefeito de Santa Rita nas eleições passadas, juntamente com os filiados vão encontrar formas de se juntar a população contra esse caos administrativo”, afirmou.
Para dar o tom da reunião, Galdino antecipou que “durante os muitos anos na oposição, o agora prefeito não sabe fazer um bom proveito da oportunidade que lhe foi dada pela população. Essa administração tardou e falhou”, declarou. Ao apontar o fracasso da gestão de Reginaldo Pereira, Galdino argumentou que “a administração não se adéqua às necessidades da cidade e de seus habitantes. As críticas populares em Santa Rita estão relacionadas com problemas de infraestrutura mínimas nas ruas e principalmente com a continuação das péssimas condições dos serviços em áreas como saúde, educação e moradia”, denunciou.
“Além de não ter colocado a administração a serviço das necessidades da população, o prefeito Reginaldo Pereira tem se mostrado um mau gestor na composição de seus auxiliares e no trato com os recursos públicos”, alfinetou, considerando a atual administração como profundamente preocupante e marcada por erros. “Essa gestão está sob a mira da justiça. Lamentável”, disse.



quinta-feira, 3 de outubro de 2013

“Administração de Reginaldo Pereira tardou e falhou”, diz dirigente do PSOL



Detentor da terceira colocação nas eleições para a prefeitura de Santa Rita, com os mais de 8,7% da votação nas eleições 2012, o PSOL avalia negativamente os rumos da administração do prefeito Reginaldo Pereira. Ontem à tarde, o presidente estadual da sigla, carteiro Fabiano Galdino, fez fortes críticas à administração de Reginaldo Pereira e considerou que o prefeito não aprendeu com a demora na chegada ao cargo.
“Durante os muitos anos na oposição, o agora prefeito não sabe fazer um bom proveito da oportunidade que lhe foi dada pela população. Essa administração tardou e falhou”, declarou.
Segundo Galdino, a gestão de Reginaldo Pereira falhou porque “não se adéqua às necessidades da cidade e de seus habitantes. As críticas populares em Santa Rita estão relacionadas com problemas de infraestrutura mínimas nas ruas e principalmente com a continuação das péssimas condições dos serviços em áreas como saúde, educação e moradia”, denunciou.
Depois de considerar a administração de Reginaldo Pereira como sendo profundamente preocupante, o presidente do PSOL, Fabiano Galdino, também lamentou os fatos que estão levando a administração da prefeitura para as barras da Justiça. “Além de não ter colocado a administração a serviço das necessidades da população, o prefeito Reginaldo Pereira tem se mostrado um mau gestor na composição de seus auxiliares e no trato com os recursos públicos”, alfinetou.

Galdino lembrou ainda que a direção municipal do PSOL em Santa Rita vai se reunir no final de semana para discutir as formas de oposição à gestão de Reginaldo Pereira, com a presença de José Silva, ex-candidato do partido a prefeito de Santa Rita nas eleições 2012.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Uma oposição no caminho do pt e do psb

O PSOL segue firme na oposição ao Governo petista na Capital e ao Governo do PSB no Estado. Para o presidente estadual da sigla, Fabiano Galdino, as  duas administrações governam para uma minoria e não apresentam soluções para problemas estruturais tais como desemprego e déficit habitacional.

De acordo com Galdino, tanto a gestão de Ricardo Coutinho quanto a de Luciano Cartaxo se orientam por uma estratégia de manter o status quo na realidade social dos paraibanos e pessoenses. "O PSOL é um agente que denuncia a falta de compromisso dessas gestões com o povo e seus direitos mais básicos", disse.

domingo, 19 de agosto de 2012

A primeira vitória


PSOL NOS BAIRROS JP

17-08-2012                                                                        Opinião

PSOL se move para atingir coeficiente eleitoral e quer eleger seu primeiro vereador em João Pessoa



“A atual representação política na Câmara Municipal de João Pessoa não serve para os interesses coletivos e sociais de nossa cidade”, afirmou o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino. Ele tem usado as redes sociais para defender a realização de uma campanha para sensibilizar o voto nos candidatos proporcionais do PSOL.

“É possível sensibilizar setores sociais, como sindicatos e organizações populares para a necessidade de dar uma chance política para o PSOL”, enfatizou. Segundo ele, a adoção da campanha “Eleja o primeiro vereador do PSOL em João Pessoa” constitui uma estratégia importante para que o PSOL consiga alcançar o coeficiente eleitoral na disputa por uma vaga à Câmara.

“Um grande diálogo do PSOL com setores sociais da cidade precisa ser desenvolvido a partir das ruas e do guia eleitoral, que se aproxima”, sugeriu Galdino, após reclamar das dificuldades da chapa proporcional em meio ao poderio econômico de coligações tradicionais. “Fatores como o poder econômico e a opção de eleitores pela escolha de reeleger vereadores com mandatos de atuação mediana representam dificuldades para o PSOL”, admitiu.

Um dos elementos de atração dessa campanha “Eleja o primeiro vereador do PSOL”, segundo Galdino, é a constatação das evidências políticas do PSOL no plano nacional. “Mesmo sendo um partido pequeno e com candidaturas proporcionais pouco conhecidas, o PSOL é um partido nacional e que tem experiências parlamentares positivas, como os mandatos federais de Chico Alencar (RJ) e Ivan Valente (SP), lembrou. “Esses parlamentares são responsáveis por experiências socialmente necessárias, que poderiam ser reproduzidos em João Pessoa, numa versão municipal”, justificou.