quinta-feira, 20 de setembro de 2018

É preciso enfrentar as novas oligarquias nas eleições da PB




O primeiro suplente na chapa do professor Nelson Júnior ao Senado, Fabiano Galdino, afirmou nesta quinta feira, 20, que é preciso argumentar com os eleitores no sentido de que a política se transforme em algo menos conservador na Paraíba.
Por meio das redes sociais, o primeiro suplente de Nelson Júnior reflete que é hora de as pessoas rejeitarem as candidaturas das oligarquias na Paraíba.  “Não dê uma oportunidade para aqueles políticos tradicionais que usam os espaços de poder para promover membros de suas próprias famílias”, postou no seu perfil no twitter.
Ex-presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, criticou o prefeito Luciano Cartaxo (PSD), a quem também atribui o perfil de político conservador. “O prefeito Luciano Cartaxo não encontrou entre seus correligionários ninguém de sua confiança e indicou seu próprio irmão para concorrer ao Governo do Estado. Por que teria de ser o irmão do prefeito o candidato do PV, partido onde a família Cartaxo se abrigou para formar uma oligarquia na política, ao cargo de governador?”, questionou.
“As pessoas como eleitores deverão decidir nestas eleições se mantém no Parlamento e no Executivo os representantes das velhas e das novas oligarquias, deixando a política conservadora em nosso Estado ou mudam os rumos do Legislativo e do Governo do Estado”, finalizou.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

FABIANO GALDINO: Antes de escolher seus candidatos ao senado, pense...

FABIANO GALDINO: Antes de escolher seus candidatos ao senado, pense...: Quem acha que atual representação de senadores da Paraíba está trabalhando pelos interesses do Poder Público e do povo paraibano, pode c...

Antes de escolher seus candidatos ao senado, pense nisso.



Quem acha que atual representação de senadores da Paraíba está trabalhando pelos interesses do Poder Público e do povo paraibano, pode continuar votando no Cássio Cunha Lima.

Quem acha que é irrelevante o quadro de desemprego entre as pessoas que moram em João Pessoa e noutros municípios de nosso Estado, pode continuar votando em Cássio e no Veneziano, cujo irmão foi senador até recentemente.

Se você acredita que os senhores Veneziano e Cássio fizeram um bom mandato e não têm nada a ver com a falta de moradia de milhares de famílias paraibanas, pode continuar votando nos candidatos do MDB, do PSB e do PSDB.

Se você já perdeu a esperança com relação às possibilidades de mudanças nos rumos da política na Paraíba, você pode até deixar de votar.

Mas, se você é daqueles que não se deixa derrotar e vai à luta, então, vote em nossa candidatura ao Senado.
De Fabiano Galdino.  

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Emails de FHC expõem interesses por aliados acima do razoável



Os e-mails enviados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2010, ao empresário Marcelo Odebrecht, conforme divulgados na imprensa, revelam que o ex-presidente atuou diretamente para captar recursos financeiros para as campanhas de seus partidários.
Embora o conteúdo dos e-mails entre FHC e o empreiteiro Marcelo Odebrecht não revele quais valores estavam sendo pedidos para os candidatos tucanos, aliados do ex-presidente, há indícios de que os valores tinham sido previamente acertados ou seriam ajustados no momento da ajuda financeira pelo empreiteiro. O envio dos dados bancários dos que seriam beneficiados  pelos recursos pedidos feito pelo ex-presidente FHC é importante para indicar acordo prévios feitos entre o ex-presidente e o empreiteiro.
"Recordando nossa conversa no jantar de outro dia, envio-lhe um SOS. O candidato ao Senado pelo PSDB, Antero Paes de Barros, ainda está em segundo lugar, porém a pressão do governismo, ancorada em muitos recursos, está fortíssima", teria dito FHC a Marcelo, no email de 13 de setembro de 2010.
Na resposta de Marcelo a essa última mensagem fica evidente que outras negociações ocorreram entre FHC e o empreiteiro, quando Marcelo diz que “Depois aproveito, e lhe dou o feedback dos demais apoios e reforços que fizemos na linha do que conversamos."
Se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cometeu crimes eleitorais não se sabe, mas uma coisa é certa: ele exerceu um ativismo nas campanhas de seus aliados incompatível para um ex-presidente da República.
Fabiano Galdino, ex-presidente estadual do PSOL

quinta-feira, 31 de maio de 2018

PSOL reafirma candidatura ao senado e quer ganhar mais força


O ex-presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, avaliou nesta sexta-feira, 1, que a decisão do Partido dos Trabalhadores não lançar chapa  própria nas Eleições deste ano e se aliar à pré-candidatura do ex-secretário João Azevedo (PSB) não prejudicará as pré-candidaturas majoritárias do PSOL. “Esse alinhamento anunciado entre o PT e o PSB não prejudica nem provoca isolamento ao PSOL, que já tinha como certo que marcharia com candidatura própria tanto ao Governo do Estado quanto ao senado”, pontuou.
Fabiano Galdino acredita que, num senário com ou sem um nome do PT numa chapa que dispute o senado, o PSOL pretende estabelecer uma maior aproximação com o povo e a sociedade civil organizada, a fim de debater as questões relevantes para o resgate produtivo daquela Casa.  “Entretanto, com a provável ausência de um nome do PT na chapa majoritária do PSB, acredito que a pré-candidatura do prof. Nelson Júnior (PSOL) ao senado tenderá a ganhar mais força”, ressaltou.
“Na pré-candidatura do professor Nelson Júnior encontraremos qualidades indispensáveis para a missão de elevar a representação do Estado e do povo numa Casa legislativa em dívida com seus representados”, afirmou.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Ricardo Coutinho e Cássio deveriam debater com transparência o uso dos impostos



A vaidade do ex-governador e agora senador Cássio Cunha Lima é tão obsessiva quanto a seus esforços de jogar tal pecha na carapuça do governador Ricardo Coutinho. Enquanto isso, um se despede do Governo e o outro sabe que não tem condições de disputar o cargo que se finaliza.
Essa briga entre os dois exposta publicamente nos mostra  o seguinte: Um foi Governador do Estado da Paraíba, por dois mandatos, tendo sido o segundo mandato interrompido pela histórica cassação em 2009 e, o outro se aproxima do final de seu segundo mandato no Governo do Estado.
O que eles têm em comum? Um hábito de discutir questões transversais.  Refiro-me ao fato de o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o Govenador Ricardo Coutinho (PSDB) ocuparem a atenção da opinião pública com o debate sobre quem mais contribuiu para a configuração dos percentuais de ICMS no Estado.
Ora, não interessa às pessoas do povo paraibano saber quem mais aumentou impostos na Paraíba! O que interessa é que esses líderes debatam, com transparência, como eles se comportaram quando da destinação e aplicação dos recursos oriundos desses impostos.  De
Fabiano Galdino, ex-presidente estadual do PSOL

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Determinação de Cartaxo em relação às creches municipais trazem transtornos aos pais de crianças que dependem do serviço


O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, decidiu hoje pela manhã suspender o funcionamento normal das escolas na rede municipal de ensino. O sindicato dos servidores do município, considerando as dificuldades de locomoção de funcionários, professores e alunos para chegarem às escolas, em razão da crise de combustíveis que atinge a Capital e o país, pediu a suspensão das aulas nas escolas públicas. Luciano Cartaxo, através da Secretaria de Educação, acertou com essa medida com relação à suspensão das aulas a partir desta segunda-feira enquanto perdurar os impactos da greve dos caminhoneiros.
Entretanto, não me parece adequada a redução do funcionamento das creches municipais  para apenas um turno. Alegando o perigo da falta de gás e dificuldades de resolver o problema do desabastecimento, o prefeito Luciano Cartaxo tomou uma decisão que prejudica aquelas famílias que, mesmo diante da crise gerada pela greve dos caminhoneiros, precisam das creches municipais para atender suas crianças no tempo integral, já que esses pais de famílias não foram dispensados de suas atividades laborais.  
Fabiano Galdino, ex-presidente estadual do PSOL