quinta-feira, 7 de junho de 2018

Emails de FHC expõem interesses por aliados acima do razoável



Os e-mails enviados pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2010, ao empresário Marcelo Odebrecht, conforme divulgados na imprensa, revelam que o ex-presidente atuou diretamente para captar recursos financeiros para as campanhas de seus partidários.
Embora o conteúdo dos e-mails entre FHC e o empreiteiro Marcelo Odebrecht não revele quais valores estavam sendo pedidos para os candidatos tucanos, aliados do ex-presidente, há indícios de que os valores tinham sido previamente acertados ou seriam ajustados no momento da ajuda financeira pelo empreiteiro. O envio dos dados bancários dos que seriam beneficiados  pelos recursos pedidos feito pelo ex-presidente FHC é importante para indicar acordo prévios feitos entre o ex-presidente e o empreiteiro.
"Recordando nossa conversa no jantar de outro dia, envio-lhe um SOS. O candidato ao Senado pelo PSDB, Antero Paes de Barros, ainda está em segundo lugar, porém a pressão do governismo, ancorada em muitos recursos, está fortíssima", teria dito FHC a Marcelo, no email de 13 de setembro de 2010.
Na resposta de Marcelo a essa última mensagem fica evidente que outras negociações ocorreram entre FHC e o empreiteiro, quando Marcelo diz que “Depois aproveito, e lhe dou o feedback dos demais apoios e reforços que fizemos na linha do que conversamos."
Se o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso cometeu crimes eleitorais não se sabe, mas uma coisa é certa: ele exerceu um ativismo nas campanhas de seus aliados incompatível para um ex-presidente da República.
Fabiano Galdino, ex-presidente estadual do PSOL

quinta-feira, 31 de maio de 2018

PSOL reafirma candidatura ao senado e quer ganhar mais força


O ex-presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, avaliou nesta sexta-feira, 1, que a decisão do Partido dos Trabalhadores não lançar chapa  própria nas Eleições deste ano e se aliar à pré-candidatura do ex-secretário João Azevedo (PSB) não prejudicará as pré-candidaturas majoritárias do PSOL. “Esse alinhamento anunciado entre o PT e o PSB não prejudica nem provoca isolamento ao PSOL, que já tinha como certo que marcharia com candidatura própria tanto ao Governo do Estado quanto ao senado”, pontuou.
Fabiano Galdino acredita que, num senário com ou sem um nome do PT numa chapa que dispute o senado, o PSOL pretende estabelecer uma maior aproximação com o povo e a sociedade civil organizada, a fim de debater as questões relevantes para o resgate produtivo daquela Casa.  “Entretanto, com a provável ausência de um nome do PT na chapa majoritária do PSB, acredito que a pré-candidatura do prof. Nelson Júnior (PSOL) ao senado tenderá a ganhar mais força”, ressaltou.
“Na pré-candidatura do professor Nelson Júnior encontraremos qualidades indispensáveis para a missão de elevar a representação do Estado e do povo numa Casa legislativa em dívida com seus representados”, afirmou.

terça-feira, 29 de maio de 2018

Ricardo Coutinho e Cássio deveriam debater com transparência o uso dos impostos



A vaidade do ex-governador e agora senador Cássio Cunha Lima é tão obsessiva quanto a seus esforços de jogar tal pecha na carapuça do governador Ricardo Coutinho. Enquanto isso, um se despede do Governo e o outro sabe que não tem condições de disputar o cargo que se finaliza.
Essa briga entre os dois exposta publicamente nos mostra  o seguinte: Um foi Governador do Estado da Paraíba, por dois mandatos, tendo sido o segundo mandato interrompido pela histórica cassação em 2009 e, o outro se aproxima do final de seu segundo mandato no Governo do Estado.
O que eles têm em comum? Um hábito de discutir questões transversais.  Refiro-me ao fato de o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o Govenador Ricardo Coutinho (PSDB) ocuparem a atenção da opinião pública com o debate sobre quem mais contribuiu para a configuração dos percentuais de ICMS no Estado.
Ora, não interessa às pessoas do povo paraibano saber quem mais aumentou impostos na Paraíba! O que interessa é que esses líderes debatam, com transparência, como eles se comportaram quando da destinação e aplicação dos recursos oriundos desses impostos.  De
Fabiano Galdino, ex-presidente estadual do PSOL

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Determinação de Cartaxo em relação às creches municipais trazem transtornos aos pais de crianças que dependem do serviço


O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, decidiu hoje pela manhã suspender o funcionamento normal das escolas na rede municipal de ensino. O sindicato dos servidores do município, considerando as dificuldades de locomoção de funcionários, professores e alunos para chegarem às escolas, em razão da crise de combustíveis que atinge a Capital e o país, pediu a suspensão das aulas nas escolas públicas. Luciano Cartaxo, através da Secretaria de Educação, acertou com essa medida com relação à suspensão das aulas a partir desta segunda-feira enquanto perdurar os impactos da greve dos caminhoneiros.
Entretanto, não me parece adequada a redução do funcionamento das creches municipais  para apenas um turno. Alegando o perigo da falta de gás e dificuldades de resolver o problema do desabastecimento, o prefeito Luciano Cartaxo tomou uma decisão que prejudica aquelas famílias que, mesmo diante da crise gerada pela greve dos caminhoneiros, precisam das creches municipais para atender suas crianças no tempo integral, já que esses pais de famílias não foram dispensados de suas atividades laborais.  
Fabiano Galdino, ex-presidente estadual do PSOL

quinta-feira, 1 de março de 2018

FABIANO GALDINO: “Desistência de Cartaxo é uma sinalização de reapr...

FABIANO GALDINO: “Desistência de Cartaxo é uma sinalização de reapr...: O ex-presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, ao comentar a desistência do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) de disputar o Gover...

“Desistência de Cartaxo é uma sinalização de reaproximação com RC”, diz Galdino




O ex-presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, ao comentar a desistência do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) de disputar o Governo do Estado nas eleições deste ano, disse que a decisão de Luciano Cartaxo representa “um gesto de quem não estar acostumado a correr riscos na política” e prevê a possibilidade de uma reaproximação do prefeito da Capital com o governador Ricardo Coutinho.
 “A decisão do prefeito Luciano Cartaxo (PSD) de não disputar o Governo do Estado nas eleições deste ano é um gesto de quem não estar acostumado a correr riscos na política. Essa decisão nasce da rejeição da cúpula do PSDB, liderada pelo senador Cássio Cunha Lima, à escolha do nome do prefeito Luciano Cartaxo como o candidato das duas agremiações ao Governo do Estado”, observou nas redes sociais.
Após identificar que o prefeito Luciano Cartaxo foi preterido como candidato ao Governo pelo PSDB do senador Cássio Cunha Lima, o ex-presidente estadual do PSOL afirmou, via twitter, que “uma consequência natural dessa decisão tomada pelo prefeito Luciano Cartaxo é a criação de condições para uma reaproximação do prefeito com o governador Ricardo Coutinho”.
 “As movimentações protagonizadas pela decisão do prefeito, com reflexos no quadro sucessório ao Governo do Estado, não muda em nada as estratégias do PSOL. Teremos candidatura própria ao Governo e ao Senado, além de chapas proporcionais à Câmara Federal bem como à Assembleia Legislativa”, ressaltou.








domingo, 18 de fevereiro de 2018