Ao comentar o ato de Frente de
Esquerda, ocorrido em João Pessoa, envolvendo três siglas, o presidente
estadual do PSOL, Fabiano Galdino, afirmou que, ao contrário do Partido dos
Trabalhadores, que abandonou a defesa dos direitos dos trabalhadores, “nós não
temos vergonha de governar para a classe trabalhadora”, referindo-se às
principais diretrizes subscritas pelos partidos PSOL-PSTU-PCB.
Para anunciar um manifesto político
da Frente de Esquerda e afirmar, durante o ato político, que querem construir a
chapa majoritária para disputar as eleições 2014 no Estado, os presidentes do
PSOL, PSTU e PCB, Fabiano Galdino, Marcelino Rodrigues e Wladimir Nunes, respetivamente,
estiveram reunidos nesta quinta, 1, em João Pessoa.
Durante o ato da Frente, o presidente estadual
do PSOL, Fabiano Galdino, sintetizando os propósitos do manifesto apresentado à
imprensa, destacou que PSOL, PSTU e PCB expressam no manifesto a compreensão de
que os governos que administraram o Estado nas últimas décadas não foram
capazes de produzir as mudanças estruturais que o Estado precisa para melhorar
a situação da classe trabalhadora. “Esses três partidos da Esquerda Socialista
não se sentem constrangidos em pleno momento do século XXI questionar os maus
do sistema capitalista”, disse.
Galdino lembrou que o PSOL tem
duas pré-candidaturas para serem discutidas na Frente e acentuou, de acordo com
passagem do manifesto, que a definição dos nomes para compor a chapa
majoritária da Frente será feita de forma democrática. “Um projeto político com
um plano de Governo Popular serão os próximos passos de eventos da frente,
começando com uma Plenária conjunta do bloco para o dia 10”, revelou.
Estiveram presentes no ato da Frente, além dos
presidentes dos três partidos de esquerda, os pré-candidatos ao Governo,
Antonio Radical (PSTU) e Tarcio Teixeira (PSOL) e o pré-candidato ao senado,
prof. Nelson Junior (PSOL).
Assessoria
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