quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dirigente do PSOL comenta ato da Frente de Esquerda e diz que “Partido dos Trabalhadores tem vergonha de governar para a classe trabalhadora”


Ao comentar o ato de Frente de Esquerda, ocorrido em João Pessoa, envolvendo três siglas, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, afirmou que, ao contrário do Partido dos Trabalhadores, que abandonou a defesa dos direitos dos trabalhadores, “nós não temos vergonha de governar para a classe trabalhadora”, referindo-se às principais diretrizes subscritas pelos partidos PSOL-PSTU-PCB.
Para anunciar um manifesto político da Frente de Esquerda e afirmar, durante o ato político, que querem construir a chapa majoritária para disputar as eleições 2014 no Estado, os presidentes do PSOL, PSTU e PCB, Fabiano Galdino, Marcelino Rodrigues e Wladimir Nunes, respetivamente, estiveram reunidos nesta quinta, 1, em João Pessoa.
 Durante o ato da Frente, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, sintetizando os propósitos do manifesto apresentado à imprensa, destacou que PSOL, PSTU e PCB expressam no manifesto a compreensão de que os governos que administraram o Estado nas últimas décadas não foram capazes de produzir as mudanças estruturais que o Estado precisa para melhorar a situação da classe trabalhadora. “Esses três partidos da Esquerda Socialista não se sentem constrangidos em pleno momento do século XXI questionar os maus do sistema capitalista”, disse.
Galdino lembrou que o PSOL tem duas pré-candidaturas para serem discutidas na Frente e acentuou, de acordo com passagem do manifesto, que a definição dos nomes para compor a chapa majoritária da Frente será feita de forma democrática. “Um projeto político com um plano de Governo Popular serão os próximos passos de eventos da frente, começando com uma Plenária conjunta do bloco para o dia 10”, revelou.
 Estiveram presentes no ato da Frente, além dos presidentes dos três partidos de esquerda, os pré-candidatos ao Governo, Antonio Radical (PSTU) e Tarcio Teixeira (PSOL) e o pré-candidato ao senado, prof. Nelson Junior (PSOL).
Assessoria


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