quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Suplente de Nelson Junior diz que “as pessoas vão preferir o professor e o carteiro e rejeitarão políticos endinheirados


 

O presidente estadual do PSOL e primeiro suplente de senador, Fabiano Galdino voltou a afirmar que se orgulha de integrar a chapa de seu partido ao senado, encabeçada pelo professor Nelson Junior. Durante panfletagem e diálogos com populares no Costa e Silva, o suplente Galdino disse na manhã desta quarta-feira que sua candidatura e a de Nelson Junior se contrapõem aos que são candidatos do dinheiro e da compra de votos.

Carteiro de João Pessoa há onde anos e estudante de Direito da UFPB no 6º período, Galdino afirmou também que tem recebido manifestações de apoio, porque representa a figura do político simples e a confiança de quem já presta um bom serviço como empregado público. “Quero ajudar a transformar a política em uma atividade a serviço das comunidades. Sou carteiro e convivo diariamente com uma realidade que os políticos, de modo geral, nunca quiseram enfrentar”, disse.

“Enquanto entrego cartas, assisto uma população carente de ações do poder público. Os atuais senadores da Paraíba concentram tempo e energias para a luta pelo poder em favor de seus interesses e dos grupos a que pertencem”, disse,acrescentando que “Quem vota no carteiro, vota no professor”, recebendo apoios de algumas pessoas, que diziam: “pode contar comigo”.

O presidente do PSOL criticou os concorrentes de Nelson Junior, ao declarar que, ”ao contrário de José Maranhão, Wilson e outros, queremos voltar nossas energias no parlamento em favor dos jovens paraibanos”.

O carteiro Galdino defendeu uma maior atenção do país com sua juventude. “O país mudará se voltar suas prioridades para o futuro da juventude. Confio que o candidato ao senado, professor Nelson Junior (PSOL) terá a mesma sensibilidade que tenho em relação à situação precária da juventude de João Pessoa, especialmente”, afirmou.

“No senado, o professor e o carteiro terão um mandato em favor da juventude e da cidadania política. As pessoas vão preferir o professor e o carteiro e rejeitarão esses políticos do dinheiro e da compra de votos, que sempre se esqueceram de fazer o certo e transformaram seus mandatos em coisa de família e de grupos políticos tradicionais”, ressaltou.

 


 

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