terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Em artigo, Nelson Junior afirma que “reajuste é mais uma peça publicitária que fato concreto”


 O dirigente do PSOL e pré-candidato ao Senado, prof. Nelson Junior, durante avaliação dos reajustes salariais anunciados pelo Governo do Estado, criticou os percentuais aplicados nos reajustes pela administração do PSB no Estado e disse que “reajuste é mais uma peça publicitária que fato concreto”

“O governo Ricardo Coutinho tem sido marcado pela política da continuidade do achatamento salarial dos servidores no Estado da Paraíba. Se observarmos os “reajustes salariais” dos anos anteriores perceberemos claramente que estes sempre foram abaixo da inflação, tendo o governador optado pelo sistema de bônus e gratificações por desempenho para política salarial”, afirmou Nelson Junior, em seu artigo sob o título A montanha pariu um rato: a enrolação oficial como política salarial.

Segundo Nelson, o histórico de reajustes do Governo do Estado revela que os servidores ainda sofrem a perda salarial, ao longo dos três anos da administração girassol no Estado. Nelson Junior considerou, no entanto, que,” em 2014 pressionado pela possibilidade do fim da aliança com Cássio C. Lima, Ricardo Coutinho tenta refazer sua aliança com os 105.422 servidores públicos anunciando um percentual de reajuste salarial bem acima do que ele fez nos últimos anos (agora é aguardar pra conferir o pagamento tal qual o divulgado)”.

Apesar das circunstâncias políticas conjunturais que movem o governador Ricardo Coutinho, a situação dos servidores ainda é de descaso do governo, quando o assunto é valorização salarial. Nelson lembrou, no mesmo artigo, que “o aumento apresentado pelo governador não repõe as perdas salariais do servidor que é superior a 19% só no seu governo”.


O presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, ao comentar os reajustes do Governo do Estado, também fez críticas aos percentuais aplicados para os diversos segmentos dos servidores. “Sem a valorização do quadro de servidores públicos no item salarial, fica difícil falarmos em melhorias na prestação dos serviços públicos”, avaliou.

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